QUELUZ DE MINAS

 

 “Tal como o passado não é a história, mas o seu objeto, também a memória não é a história, mas um dos seus objetos e, simultaneamente, um nível elementar de elaboração histórica.”

(Jaques Le Goff)

 

Histórico do Site

A todos vocês que fazem e fizeram parte dessa longa jornada: o meu muito obrigada!

Editei esse site, de forma despretenciosa e sincera. para o meu falecido pai, Fúlvio de Almeida Guimarães, cerca de vinte anos atrás. 

Graças à internet, que era a novidade da época, conseguimos manter, reavivar e gerar vínculos e amizades que conservo até os dias de hoje. 

Também conseguimos, juntos, passar tardes de domingos deliciosas onde estudávamos sobre o tema. 

 

Introspectivo, meu pai leu e trabalhou diariamente.

 

Nosso primeiro amigo incentivador foi o Jornalista e escritor Allex Milagres (in memorian).

Feliz com a nossa iniciativa, publicou a notícia e o nosso endereço eletrônico no jornal onde trabalhava. 

 

Em 2010, promovi a impressão dos 300 exemplares do livro "Romeu Guimarães de Albuquerque e Queluz de Minas" com o apoio de minha mãe e de meus dois irmãos para presenteá-lo no Dia dos Pais.

 

Por sugestão do Sr. Basques (in memorian), do Instituto Estrada Real, em Belo Horizonte, entrei em contato com a então representante do Museu, Arquivo e Biblioteca Antônio Perdigão , da Cidade de Conselheiro Lafaiete, Mauricéia Ferreira Maia, que nos fez o convite para apresentarmos o livro durante o evento da Semana do Museu daquele mesmo ano. 

 

Nessa oportunidade, convidei parentes e amigos para o evento e retornei (após um distanciamento de mais de 29 anos)  à cidade de Conselheiro Lafaiete onde passei a minha infância e parte da adolescência. 

 

Minha eterna gratidão a todos que compareceram e honraram o evento .

 

Ao meu lado estava a força amiga do inesquecível e saudoso Sr.Antônio Gomes Lana Peixoto,

autor do Blog "Lana e Queluz de Minas"(in memorian).

 

Com o passar do tempo, comecei a ampliar o meu círculo de amizades e percebi que aquilo que representava uma história familiar também expressava uma memória comum e regional. 

 

Nesses últimos anos dedico-me a estudar  o tema "Memórias Identitárias", na busca pessoal de integrar de forma didática e autoral os meus conhecimentos em Saúde e Prevenção e aqueles adquiridos com esses novos estudos sobre memórias e identidades.

 

Não sei ao certo onde tudo isso vai dar... mas vou estudando e aprendendo sempre... seguindo a mesma direção apontada pelos passos de meu pai: mantendo uma tradição e, ao mesmo tempo, sendo progressista, tendo as boas lembranças como uma"bagagem leve e organizadora. 

Acredito que o fato de meu avô ter sido compositor e músico e o meu pai tocar violino tenha ajudado bastante.

A música torna tudo leve e bom.

Até mesmo as tristezas e mágoas...

 

Convido você a"passear" comigo nessas lembranças, memórias. histórias e estórias que até os dias de hoje estão presentes em nossas vidas e afetos.

 

Sejam todos muito  bem -vindos!

 

Eneida Carvalho Guimarães

Belo Horizonte, 21 de março de 2020