Igreja de São Sebastião e Praça do Quitandinha

Fonte do texto e das fotos : Site do IBGE

 

"A Praça da Quitandinha teve como primeiro nome Praça da Varginha, por causa do gramado onde as crianças jogavam bola e os circos e os parques de diversão montavam seus brinquedos e barracas. Já na década de 1940, a Praça era conhecida como Quitandinha, em referência ao Hotel Quitandinha de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Com a ampliação da Igreja de São Sebastião, a praça também foi remodelada, alterando o paisagismo e as atrações, sendo que houve um minizoológico por muitos anos. Com o nome de São Sebastião, a Praça ganhou novo calçamento, ficou menor para dar espaço de circulação para ônibus e recebeu um coreto. Atualmente a Praça possui área para caminhadas e espaço para eventos culturais."

 

 

Fotos gentilmente cedidas pela prima Hildenice Baêta Guimarães, filha do meu tio Romeu de Almeida Guimarães 

Fonte: Acervo Familiar

"A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição foi instituída em 1709, pelo bispo do Rio de Janeiro, Dom Francisco de São Jerônimo e foi a 13ª de Minas Gerais, em ordem cronológica.

Nessa época, a Igreja Matriz situava-se em outro local, sendo que, o atual templo foi construído a partir de 1732. Em meados do século XIX, a Igreja Matriz e a Praça de Queluz foram palco de um embate da Revolução Liberal de 1842, ocasião em que o templo foi usado como refúgio e fortificação.

A edificação religiosa conta com pequeno adro a sua volta, estando o mesmo ligeiramente elevado em relação às ruas. O acesso se dá por escadaria frontal e lateral. Aos fundos há área semicircular. Lateralmente, há ajardinamento entre o passeio de nível inferior e a área de circulação próxima às fachadas. Um antigo cemitério ocupava esse adro e foi extinto no início do século XX.

O painel do altar-mor, os retábulos e altares, possuem características das três classes barrocas do Brasil Colonial e de outras estéticas posteriores, que configuram o processo histórico de mais de duzentos e cinquenta anos. A imagem do Senhor dos Passos, vinda de Portugal, no século XVII, tem o sangue da testa e das mãos encarnadas em rubi (...)."

Fonte da imagem e do texto: Site do IBGE

 

         " Como freqüentador do catecismo da doutrina cristã, ao tempo do sino de bronze, seguindo o “Louvado, Bendito-Seja” pela madrugada, em procissão, eu admirava a figura respeitável do Padre Américo Adolpho de Campos Tait-Son, Monsenhor Horta e padre Luiz Gonzaga Pinheiro.

         Quando a fé silenciosa e o toque do sino foram substituídos, misturavam-se no espaço a praga dos alto-falantes, bandas de música, foguetórios e tudo ao mesmo tempo...

        Lembrávamos, com saudade, dos fogos de artifício, dos couraçados Minas Gerais e São Paulo, o mestre “Cangica”- fogueteiro.

         A religião tornava-se mais política que devota. "

 Fonte: pg 14 -Livro " Romeu Guimarães de Albuquerque e Queluz de Minas" de Fúlvio de A. Guimarães 

Fonte: Acervo familiar de Fúlvio de A. Guimarães

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